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	<title>Desanuviar &#187; silêncio</title>
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	<description>desassombrar, serenar, clarear, dissipar as nuvens...</description>
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		<title>Sobre o que eu quero estudar um dia</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2010/09/sobre-o-que-eu-quero-estudar-um-dia-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 18:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociologicamente falando]]></category>
		<category><![CDATA[Caesium-Céu azul-Césio]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Meus muitos Estudos que demoram a sair do papel]]></category>
		<category><![CDATA[Questionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>

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		<description><![CDATA[
╝Porque as pessoas escolhem esquecer?


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;">╝</span><span style="font-size: large;"><span style="font-family: book antiqua,palatino;"><em>Porque as pessoas escolhem esquecer?<br />
</em></span></span></p>
<p><a href="http://desanuviar.freehostia.com/2010/09/o-ceu-azul-de-uma-cidade-sem-lembrancas/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2801" title="[césio goiânia]" src="http://desanuviar.freehostia.com/wp-content/uploads/2010/09/p18.jpg" alt="[césio goiânia]" width="300" height="224" /></a></p>
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		<item>
		<title>O Céu Azul de uma cidade sem lembranças.</title>
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		<comments>http://desanuviar.freehostia.com/2010/09/o-ceu-azul-de-uma-cidade-sem-lembrancas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 03:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[*7* Os Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Intelectualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Caesium-Céu azul-Césio]]></category>
		<category><![CDATA[esquecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>

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		<description><![CDATA[História e memória coletiva
Silêncio define o que deve ou não ser lembrado
Celina Fernandes Gonçalves Bruniera*
 
O silêncio pode ser uma forma de controlar o que é transmitido. Exercido pelos grupos sobre as memórias individuais, ele define o que deve ou não deve ser lembrado para compor a memória coletiva.
No decorrer da história, muitas vezes isso se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="background-color: initial; color: #be3201; text-transform: none; font: normal normal bold 1.3em/normal arial; position: static; top: 1em; left: 1em; width: auto; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; text-align: justify; background-position: 0px 50%; padding: 0px; margin: 0px;">História e memória coletiva</h1>
<h2 style="font: normal normal bold 1.8em/normal arial; color: #000000; text-align: justify; padding: 0px; margin: 0px;">Silêncio define o que deve ou não ser lembrado</h2>
<p style="text-align: justify;">Celina Fernandes Gonçalves Bruniera*</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O silêncio pode ser uma forma de controlar o que é transmitido. Exercido pelos grupos sobre as memórias individuais, ele define o que deve ou não deve ser lembrado para compor a memória coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">No decorrer da história, muitas vezes isso se manifesta de forma clara. Nesses casos, o controle é um inimigo que podemos identificar e contra o qual podemos lutar. Mas também surge de forma mais sutil, nem por isso menos autoritária e violenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-2463"></span>Sem interlocutores</strong><br />
 Quando não se encontram interlocutores, quando se tem a sensação de que o que for falado não será compreendido, não existe um contexto para acolher o conteúdo das memórias individuais.<br />
 A ausência desse contexto resulta de um processo de declínio da memória histórica, marcado pela quase impossibilidade, hoje, de tomarmos posse da nossa própria história. Esse processo parece, muitas vezes, não ter agentes. Isso dificulta a identificação das forças que atuam para silenciar as memórias individuais e impede que se questione o destino de alguns acontecimentos na história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Controle da memória coletiva</strong><br />
 A reconstrução do passado está limitada porque encontra dificuldades em ser elaborada. E também pela ação dos próprios agrupamentos a que pertencemos: eles controlam a configuração da memória coletiva.<br />
 Esses agrupamentos se empenham em reter do passado o que convém à sua representação do presente. Esta é moldada por quem dispõe dos meios para sua difusão. Com esse objetivo, são escolhidos aqueles que estão autorizados a falar. É um trabalho de enquadramento da memória e de controle da imagem oficial.<br />
 Os discursos organizados dão à memória coletiva uma certa configuração a partir da definição do que será lembrado e de quais lembranças serão proibidas.<br />
 Os conteúdos da história individual são impedidos de contribuir para uma reflexão sobre o passado. São esquecidos, em virtude da ação dos discursos organizados, ou não são visíveis, porque se encontram diluídos na memória coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apenas o autorizado permanece</strong><br />
 O que está autorizado a ser lembrado se cristaliza, permanece no tempo e dá um determinado destino aos acontecimentos históricos.<br />
 Esse destino seria outro, se o conteúdo das memórias individuais pudesse ser revelado, incorporado à memória coletiva e ganhasse visibilidade.<br />
 O processo de enquadramento da memória implica na destituição do homem, principalmente do homem simples, da condição de fazer história. O conteúdo das histórias individuais é silenciado e as ações de grupos ou homens que não pertençam aos círculos oficiais são praticamente impedidas de ganhar relevância.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"><strong>*Celina Fernandes Gonçalves Bruniera </strong>é mestre em sociologia da educação pela Universidade de São Paulo e assessora educacional. Este texto pode ser lido do mesmo modo [<a href="http://educacao.uol.com.br/sociologia/ult4264u11.jhtm">aqui oh</a>].</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"> </p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"> </p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px;"> </p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px;"> </p>
<p><!--more--></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px;"><img class="size-medium wp-image-2464 aligncenter" title="[Leide das Neves]" src="http://desanuviar.freehostia.com/wp-content/uploads/2010/09/IMG17-713-1185-300x191.jpg" alt="[Leide das Neves]" width="300" height="191" /></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"><span style="color: #c0c0c0;">Andando pela cidade, visitando os locais da catástrofe ela não entendia o porquê da memória tão curta.<br />
 Sentiu vergonha. Sentiu medo e uma leve dor de cabeça.<br />
 Viu o descaso, viu terrenos abandonados.<br />
 Viu ruas esquecidas. Casas antigas.<br />
 Viu o silêncio.<br />
 Viu uma cidade que tenta esquecer.<br />
 Que cria parques e dorme todas as noites tranqüila.<br />
 Nenhuma placa, nenhum sinal.<br />
 Descaso.<br />
 Do latim Caesium. Céu azul.<br />
 Azul.<br />
 Da cor do céu da cidade que o (des) encobre. </span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"><a href="http://perigoconcreto.blogspot.com/2010_01_17_archive.html"><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-size: small;">Dia 13 agora fará apenas 23 anos</span></strong></span></a><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-size: small;">.</span></strong></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;"><span style="color: #c0c0c0;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Para aquele que não percebe a dor do meu silêncio</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2010/01/para-aquele-que-nao-percebe-a-dor-do-meu-silencio/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 05:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[*1* Eu]]></category>
		<category><![CDATA[*6* Eles]]></category>
		<category><![CDATA[Céu Nublado]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[₢]]></category>

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		<description><![CDATA[
você mesmo que tardiamente isso ouvirá
 apenas me avise quando se lembrar





Sinto muito mas não vou medir palavras
  Não se assuste com as verdades que eu disser
  Quem não percebeu a dor do meu silêncio
  Não conhece o coração de uma mulher
  Eu não quero mais ser da sua vida
 Nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="div_letra">
<p>você mesmo que tardiamente isso ouvirá<br />
 apenas me avise quando se lembrar</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NDEtbOSyj1k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/NDEtbOSyj1k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span id="more-1012"></span><em><span style="text-decoration: underline;">Sinto muito mas não vou medir palavras</span></em><br />
 <strong> Não se assuste</strong> com as verdades que eu disser<br />
 <span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"> Quem não percebeu a dor do meu silêncio<br />
 <em> Não conhece</em> o coração de uma mulher</span><br />
 <span style="text-decoration: underline;"> Eu não quero mais ser da sua vida</span><br />
 Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor<br />
 <em><strong> Quero ser feliz</strong></em><br />
 Não quero migalhas do seu amor<br />
 Do seu amor</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Quem começa um caminho pelo fim<br />
 Perde a glória do aplauso na chegada<br />
 <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><span style="text-decoration: underline;"> Como pode alguém querer cuidar de mim</span></em></span><em><br />
 Se de afeto esse alguém não entende nada</em><br />
 <strong><span style="text-decoration: underline;"><em> Eu não quero mais ser da sua vida</em></span></strong><br />
 Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor<br />
 Quero ser feliz<br />
 Não quero migalhas do seu amor<br />
 Do seu amor</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Não foi esse o mundo que você me prometeu</span></strong><br />
 Que mundo tão sem graça<br />
 <span style="text-decoration: underline;"> Mais confuso do que o meu</span><br />
 <strong> Não adianta nem tentar<br />
 Maquiar antigas falhas</strong><br />
 Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas<br />
 Migalhas</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Eu não quero mais ser da sua vida<br />
 Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor<br />
 Quero ser feliz<br />
 Não quero migalhas do seu amor<br />
 Do seu amor<br />
 Sinto muito mas não vou medir palavras<br />
 Sinto muito</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sobre amor e dor</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2009/04/sobre-amor-e-dor/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 17:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Possíveis Trovoadas]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Bilac]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Maldição
Se por vinte anos, nesta furna escura,Deixei dormir a minha maldição,- Hoje, velha e cansada da amargura,Minha alma abrirá como um vulcão.
E em torrentes de cólera e loucura,Sobre a tua cabeça ferverãoVinte anos de silêncio e de tortura,Vinte anos de agonia e solidão&#8230;
Malditas sejas pelo ideal perdido!Pelo mal que fizeste sem querer!Pelo amor que morreu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maldição</p>
<p>Se por vinte anos, nesta furna escura,<br />Deixei dormir a minha maldição,<br />- Hoje, velha e cansada da amargura,<br />Minha alma abrirá como um vulcão.</p>
<p>E em torrentes de cólera e loucura,<br />Sobre a tua cabeça ferverão<br />Vinte anos de silêncio e de tortura,<br />Vinte anos de agonia e solidão&#8230;</p>
<p>Malditas sejas pelo ideal perdido!<br />Pelo mal que fizeste sem querer!<br />Pelo amor que morreu ter nascido!</p>
<p>Pelas horas vividas sem prazer!<br />Pela tristeza do que eu tenho sido!<br />Pelo esplendor do que eu deixei de ser!&#8230;</p>
<p>Olavo Bilac<br />(1865-1918)
<div class="blogger-post-footer">&#8211;*&#8211;*&#8211;<br />
<a href="http://livrosepessoas.blogspot.com/" target="_blank"><img border="0" alt="Livros só mudam pessoas"></a></div>
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