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	<title>Desanuviar &#187; paixão</title>
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	<description>desassombrar, serenar, clarear, dissipar as nuvens...</description>
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		<title>Paixão é incontrolável</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 05:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ventania]]></category>
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		<description><![CDATA[
Cá te encontro em ruas lotadas, depois do empate trágico do meu time, te vejo pela vida. Depois do que me aconteceu, tive de encontrar uma solução radical. Um remédio, uma defesa, uma pantomima. Gostaria de ser niilista, mas para uma alma tão cristã seria impossível. Gostaria de ser cínica, mas você já faz tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2915   alignleft" title="[]" src="http://desanuviar.freehostia.com/wp-content/uploads/2010/09/ç2.jpg" alt="[]" width="233" height="233" /></p>
<p style="text-align: justify;">Cá te encontro em ruas lotadas, depois do empate trágico do meu time, te vejo pela vida. Depois do que me aconteceu, tive de encontrar uma solução radical. Um remédio, uma defesa, uma pantomima. Gostaria de ser niilista, mas para uma alma tão cristã seria impossível. Gostaria de ser cínica, mas você já faz tão bem este papel que acho que não levo jeito pra esse tipo de competição. Gostaria de ser eremita -até tenho tentado- mas preciso ganhar a vida. Escolhi então (sim, encare como  profunda escolha),  esta paixão rude e soberana: a paixão da indiferença.  Conviva.</p>
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		<title>Medo de se apaixonar</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 14:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Medo de se apaixonar  Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Medo de se apaixonar  Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado.<span id="more-1821"></span> Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. <strong>Você tem medo de já estar apaixonada.</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;">texto de @carpinejar</p>
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		<title>Onde você guarda suas paixões?</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2010/06/onde-voce-guarda-suas-paixoes-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 23:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[*1* Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Céu Aberto]]></category>
		<category><![CDATA[Ventania]]></category>
		<category><![CDATA[o resto do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que guardo minha paixão no processo de ouvir &#8211; ou não &#8211; os outros.
 Meu medo guardo para noites de sábado em vespera de concurso.
 Minha dor guardo nas meias palavras agressivas para pessoas que conversam dentro do cinema.
 Meu Amor guardo em orações ao fim de cada dia.
 Minhas amizades guardo no tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que guardo minha paixão no processo de ouvir &#8211; ou não &#8211; os outros.<br />
 Meu medo guardo para noites de sábado em vespera de concurso.<br />
 Minha dor guardo nas meias palavras agressivas para pessoas que conversam dentro do cinema.<br />
 Meu Amor guardo em orações ao fim de cada dia.<br />
 Minhas amizades guardo no tempo que dedico ou dediquei a cada uma delas.<br />
 Minha fé vem do ouvir e ler a Palavra.<br />
 Minha escrita na internet, por outro lado, guarda confabulações desprentenciosas &#8211; aquela tal de paixão leve.<br />
 O futebol guarda toda violência simbólica do cotidiano reprimido (todas mesma, andei notando).<br />
 A música só venho ouvir em dias não nublados então ela não tem nenhuma paixão.<br />
 Agora a Paixão maiúscula guardo nas cartas manuscritas que nunca envio. Cartas de vida e morte que desenho em madrugadas de vento frio. Cartas mentais para destinatários desconhecidos, ou, por outro lado, conhecidos até demais. Cartas que não viram objetos de paixão alguma. Apenas existem e isso basta.</p>
<p>Acho que falta arte visivel na minha vida.<br />
 Talvez dança, esporte, amigos concretos &#8211; não de concreto. Talvez música.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="386" height="310" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YpQDgFJXBVw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="386" height="310" src="http://www.youtube.com/v/YpQDgFJXBVw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-1756"></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial black,avant garde;"><strong><span style="color: #ffffff;">Pra falar verdade, às vezes minto<br />
 Tentando ser metade do inteiro que eu sinto<br />
 Pra dizer as vezes que às vezes não digo<br />
 Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo<br />
 Tanto faz não satisfaz o que preciso<br />
 Além do mais, quem busca nunca é indeciso<br />
 Eu busquei quem sou</span></strong></span></h1>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Céu Aberto]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;
Já aconteceu comigo. Me apaixonei e reapaixonei. Me estrepei e me dei bem. E muitas vezes pensei: sou muita letra para o alfabeto desse indivíduo, muita palavra para o dicionário desse ser não-pensante. Sua mãe pode avisar, a melhor amiga pode mostrar o cartão amarelo, o mundo pode mandar você descer: uma mulher apaixonada vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;</p>
<p>Já aconteceu comigo. Me apaixonei e reapaixonei. Me estrepei e me dei bem. E muitas vezes pensei: sou muita letra para o alfabeto desse indivíduo, muita palavra para o dicionário desse ser não-pensante. Sua mãe pode avisar, a melhor amiga pode mostrar o cartão amarelo, o mundo pode mandar você descer: uma mulher apaixonada vai além das forças. Mas a paixão acaba, é uma espécie de onda grande. Vem e te derruba, vem e dá um caldo, vem e faz você engolir água e ficar tossindo. Depois, só a sensação de falta de ar, medo de que venha nova onda forte e faça você ajoelhar no fundo do mar, arranhar o joelho e sair sangrando. A paixão faz a gente perder o biquíni com aquela onda gigante. Você fica desnorteada pensando o-que-houve e, ao mesmo tempo, procurando o biquíni e protegendo os peitos dos olhos curiosos. Paixão faz a gente fazer maluquice e um dia pensar nossa-que-maluquice.<span id="more-1564"></span></p>
<p>E o amor?, você me pergunta. O amor, ah, sei lá. O amor nem dá pra definir direito. Acho que é um desejo de abraçar forte o outro, com tudo o que ele traz: passado, sonhos, projetos, manias, defeitos, cheiros, gostos. Amor é querer pensar no que vem depois, ficar sonhando com essa coisa que a gente chama de futuro, vida a dois. Acho que amor é não saber direito o que ele é, mas sentir tudo o que ele traz. É você pensar em desistir e desistir de ter pensado em desistir ao olhar pra cara da pessoa, ao sentir a paz que só aquela presença traz. É nos melhores e piores momentos da sua vida pensar preciso-contar-isso-pra-ele. É não querer mais ninguém pra dividir as contas e somar os sonhos. É querer proteger o outro de qualquer mal. É ter vontade de dormir abraçado e acordar junto. É sentir que vale a pena, porque o amor não é só festa, ele também é enterro. Precisamos enterrar nosso orgulho, prepotência, ciúme, egoísmo, nossas falhas, desajustes, nosso descompasso. O amor não é sempre entendimento, mas a busca dele. Acho que o amor não é o caminho mais fácil, pois mais fácil seria dizer a-gente-não-se-entende-a-gente-não-combina-tchau-tchau. O amor é uma tentativa eterna. E se você topar entrar nessa saiba que o amor encontrou você. Seja gentil, convide-o para entrar.</p>
<p>&#8220;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1565 aligncenter" title="o_amor" src="http://desanuviar.freehostia.com/wp-content/uploads/2010/03/o_amor-300x178.jpg" alt="o_amor" width="300" height="178" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><a href="http://bauerrrr.tumblr.com/post/437006066/ja-aconteceu-comigo-me-apaixonei-e-reapaixonei">[daqui]</a></span></p>
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		<title>pessoas pelas quais sou apaixonada</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2009/10/pessoas-pelas-quais-sou-apaixonada/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 11:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[*1* Eu]]></category>
		<category><![CDATA[*4* Nós]]></category>
		<category><![CDATA[*6* Eles]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Pretérito]]></category>
		<category><![CDATA[Representação]]></category>
		<category><![CDATA[₢]]></category>

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		<description><![CDATA[


 


O menino que toca as músicas agitadas que eu mais gosto e não sabe disso. Pena que  é triste.
O menino dos  sonhos tortos que já passou dias alentando meus sonhos. Pena que tem namorada.
O menino por quem eu sempre fui encantada e que eu ajudei a encontrar namorada. Idem acima.
A menina que foi morar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><span><br />
 </span></div>
</div>
</div>
<p>O menino que toca as músicas agitadas que eu mais gosto e não sabe disso. Pena que  é triste.</p>
<p>O menino dos  sonhos tortos que já passou dias alentando meus sonhos. Pena que tem namorada.</p>
<p>O menino por quem eu sempre fui encantada e que eu ajudei a encontrar namorada. Idem acima.</p>
<p>A menina que foi morar em Portugal e tem idade, dinheiro e anonimato sobrando para cometer muitos erros. Pena que é menina.</p>
<p>O menino que queria ganhar muito dinheiro enquanto simplismente torcia pelo se time, mas depois descobriu um caminho mais enriquecedor. Pena que o momento já passou.</p>
<p>O menino que enchia minhas  tardes de luz e poesia e imagens tão tristemente lindas e lindamente tristes. Pena que a queda foi alta demais.</p>
<p>A menina que fala intelectualidades e sofre por amores em demaseio. Pena que já namora um amigo meu.</p>
<p>O menino que faz um monte de coisas que me entediam, mas pensa um monte de coisas que me inspiram. Pena que  é cruzeirence demais.</p>
<p>O menino que eu acabei de conhecer. Pena que acabei de conhecê-lo.</p>
<p>A menina que sonha sonhos mais altos que os pés buscando fora de si um Amor que já possui. Pena que dança demais.</p>
<p>O menino que tem o ombro que encaixa direitinho na minha cabeça. Pena que faleceu.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Mas há o menino que me sorri e clareia meus dias. Pena que o faço sorrir tão pouco.</p>
<p> O menino que  tem alegria na medida certa, vive no meu momento certo, o conheço há tanto tempo e nossas quedas foram na medida certa</p>
<p> O menino que dança pouco -quase nada, vive  na alegria desmedida dos dias, torce pro time certo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Esse menino  está sempre querendo me fazer rir, até quando eu grito com ele sem razão.</p>
<p> Pena que me dá muita razão para gritar com ele.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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