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	<title>Desanuviar &#187; medo</title>
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		<title>Medo de se apaixonar</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 14:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Medo de se apaixonar  Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Medo de se apaixonar  Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado.<span id="more-1821"></span> Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. <strong>Você tem medo de já estar apaixonada.</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: right;">texto de @carpinejar</p>
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		<title>Sobre Quarta de noite</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
				<category><![CDATA[*1* Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Céu Nublado]]></category>
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		<description><![CDATA[[É pra ler só depois de dar play nesta música,ok?]



Tenho que pensar,
 mas estou apenas farta
 Farta de parecer corajosa
 Farta de ser o que preciso que sejam
 Eu só gostaria de ter coragem o bastante para ser covarde, 
 perdedora e irresponsável quando eu bem entender.

Quero dizer que sinto medo do escuro e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #008080;">[É pra ler só depois de dar play nesta música,ok?]</span></span></p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="405" height="26" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PoAcmmGYSIQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="405" height="26" src="http://www.youtube.com/v/PoAcmmGYSIQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p>Tenho que pensar,<br />
 mas estou apenas farta<br />
 Farta de parecer corajosa<br />
 Farta de ser o que preciso que sejam<br />
 <a href="http://desanuviar.freehostia.com/2009/11/magico-de-oz/">Eu só gostaria de ter coragem o bastante para ser covarde, <br />
 perdedora e irresponsável quando eu bem entender.</a></p>
<p><span id="more-1575"></span></p>
<p>Quero dizer que sinto medo do escuro e que preciso de um colo.<br />
 Mas não quero me prestar ao papel de vítima, este já é muito bem preenchido.<br />
 Detesto seu ar e suas poses introspectivas querendo atenção que o mundo não pode lhe dá<br />
 Porque quando me senti magoada pelas coisas que a vida me mostrava eu só  pensava em sofrer calada<br />
 Porque quando ando na rua sozinha e desnorteada eu só penso em ir pra casa<br />
 Pro único abrigo digno de alguém decente: o travesseiro na solidão do proprio quarto.<br />
 No sentido que minhas dores de tão minhas não merecem ser contadas, nem para aquele que as causa.<br />
 Apesar de cada esquina me fazer pensar em alguém e o medo me trazer a vontade de ligar.<br />
 Apesar de cada abraço me reduzir a suprema inferioridade dos dias.<br />
 Eu ignorei aquele carinho que não me cabia. Eu não ligo para  ouvir sua voz.<br />
 Mas de fato, estou cansada disso. <br />
 Gostaria de ter essa falta de brio na cara e simplesmente ligar de vez enquando, quando preciso.<br />
 Ou de ter coragem de ser chata e desabafar cada lágrima que chorei pela incompreensão alheia<br />
 Mas você sabe que não vou ligar. Você sabe que nunca chorei o tanto que deveria.<br />
 Você sabe que o mínimo que deve esperar da minha pessoa é que eu não ligue. <br />
 Que não fale de magoas e prantos. Isso é coisa pra outr@s.<br />
 No máximo conto da vontade depois. Raramente, muito raramente eu contei das minhas dores.<br />
 Vontade que conto aliás, é bem reduzida. Porque as pessoas que eu amo merecem ver o melhor de mim.<br />
 Não me julgue com ar prepotente, que você bem carrega também, me falando da minha arrogância.<br />
 Não me acho superior a ninguém, apenas digo que estou farta de gente que se porta assim.<br />
 No máximo você encontrará medo nessas linhas, jamais na minha voz quando  lhe dejo &#8220;bom dia&#8221;<br />
 Talvez esteja acostumada com essa solidão. E na minha vida ninguém  entre de verdade.<br />
 Talvez para mim seja apenas diferente ter que vê alguém se portar desta forma.<br />
 Sempre enfrentei, com a cara a tapa cada angustia.<br />
 E isso.. ora isso..<br />
 Me fez passar pelas mesmas coisas que você passa só que com um pouco mais de dignidade<br />
 (não que eu ache que você se importe realmente com isso)</p>
<p>Mas pra mim tem feito A diferença.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>É sempre um  risco&#8230; eu tenho medo !!!</title>
		<link>http://desanuviar.freehostia.com/2009/12/e-sempre-um-risco-eu-tenho-medo/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 04:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<title>Constatação</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 23:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<title>Agora em silêncio</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 21:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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Sabe, acho que ninguém vai entender. Ou se entender não vai aprovar. Existe em nossa época um paradigma que diz: enquanto você me der carinho e cuidar de mim, eu vou amar você. Então, eu troco o meu amor por um punhado de boas ações. Isso a gente aprende desde a infância: se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #008400;"><strong> </strong><br />
 <span style="color: #ffffff;"></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe, acho que ninguém vai entender. Ou se entender não vai aprovar. Existe em nossa época um paradigma que diz: enquanto você me der carinho e cuidar de mim, eu vou amar você. Então, eu troco o meu amor por um punhado de boas ações. Isso a gente aprende desde a infância: se você for um bom menino, eu vou lhe dar um chocolate. Parece que ninguém é amado simplesmente pelo que é, por existir no mundo do jeito que for, mas pelo que faz em troca desse amor. E quando alguém, por alguma razão muito íntima, corre para bem longe de você? A maioria das pessoas aperta um botão de desliga-amor, acionado pelo medo e sentimentos de abandono, e corre em direção aos braços mais quentinhos. E a história se repete: enquanto você fizer coisas por mim ou for assim eu vou amar você e ficar ao seu lado porque eu tenho de me amar em primeiro lugar. Mas que espécie de amor é esse? Na minha opinião, é um amor que não serve nem a si mesmo e nem ao outro. <br />
 <span id="more-883"></span><span style="color: #ffffff;"><br />
 Eu também tenho medo, dragões aterrorizantes que atacam de quando em quando, mas eu não acredito em nada disso. Quando eu saí de uma importante depressão, eu disse a mim mesma que o mundo no qual eu acreditava deveria existir em algum lugar do planeta. Nem se fosse apenas dentro de mim&#8230; Mesmo se ele não existisse em canto algum, se eu, pelo menos, pudesse construi-lo em mim, como um templo das coisas mais bonitas em que eu acredito, o mundo seria sim bonito e doce, o mundo seria cheio de amor, e eu nunca mais ficaria doente. E, nesse mundo, ninguém precisa trocar amor por coisa alguma porque ele brota sozinho entre os dedos da mão e se alimenta do respirar, do contemplar o céu, do fechar os olhos na ventania e abrir os braços antes da chuva. Nesse mundo, as pessoas nunca se abandonam. Elas nunca vão embora porque a gente não foi um bom menino. Ou porque a gente ficou com os braços tão fraquinhos que não consegue mais abraçar e estar perto. Mesmo quando o outro vai embora, a gente não vai. A gente fica e faz um jardim, qualquer coisa para ocupar o tempo, um banco de almofadas coloridas, e pede aos passarinhos não sujarem ali porque aquele é o banco do nosso amor, do nosso grande amigo. Para que ele saiba que, em qualquer tempo, em qualquer lugar, daqui a não sei quantos anos, ele pode simplesmente voltar, sem mais explicações, para olhar o céu de mãos dadas. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><br class="spacer_" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No mundo de cá, as relações se dão na superfície. Eu fico sobre uma pedra no rio e, enquanto você estiver na outra, saudável, amoroso e alto-astral, nós nos amamos. Se você afundar, eu não mergulho para te dar a mão, eu pulo para outra pedra e começo outra relação superficial. Mas o que pode ser mais arrebatador nesse mundo do que o encontro entre duas pessoas? Para mim, reside aí todo o mistério da vida, a intenção mais genuína de um abraço. Encontrar alguém para encostar a ponta dos dedos no fundo do rio &#8211; é o máximo de encontro que pode existir, não mais que isso, nem mesmo no sexo. Encostar a ponta dos dedos no fundo do rio. E isso não é nada fácil, porque existem os dragões do abandono querendo, a todo instante, abocanhar os nossos braços e o nosso juízo. Mas se eu não atravessar isso agora, a minha escrita será uma grande mentira, as minhas histórias serão todas mentiras, o meu livrinho será uma grande mentira porque neles o que impera mais que tudo é a lealdade, feito um Sancho Pança atrás do seu louco Dom Quixote. É a certeza de existir um lugar, em algum canto do mundo, onde a gente é acolhido por um grande amigo. É por isso que eu tenho de ir. E porque eu não quero passar a minha existência pulando de pedra em pedra, tomando atalhos de relações humanas. Eu vou mergulhar com o meu amigo, ainda que eu tenha de ficar em silêncio, a cem metros de distância. Eu e o meu boneco de infância, porque no meu mundo a gente não abandona sequer os bonecos que foram nossos amigos um dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Agora em silêncio, tentando ensinar esses dragões a nadar.</span></p>
<p><em><span style="color: #ffffff;">Rita Apoena</span></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p></span></span></div>
<div><span style="color: #008400;"><em><span style="background-color: #ffffff;"><br />
 </span> </em></span></div>
<div>
<div style="text-align: right;"><span style="background-color: #999999;"><span style="font-size: medium;"><em><span style="color: #ffffff;"><span style="background-color: #29502d;">(Ctrl+V da </span></span><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8830366398281510335"><span style="background-color: #29502d;">Dayse</span></a><span style="background-color: #29502d;">&#8230; </span><span style="color: #ffffff;"><span style="background-color: #29502d;"> </span></span></em></span></span></div>
<div style="text-align: right;"><span style="background-color: #999999;"><span style="font-size: medium;"><em><span style="color: #ffffff;"><span style="background-color: #29502d;">Pena é tão difícil ser como você&#8230;)</span></span></em></span></span></div>
</div>
<div style="text-align: right;"><span style="background-color: #ffffff;"> <img src='http://desanuviar.freehostia.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </span></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>dialética espiral ascendente</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
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		<description><![CDATA[
que tende ao infinito&#8230;












[...] Traiçoeira e vulgar, sou sem nome e sem lar
 Sou aquela [...] Sou bandida,  Sou solta na vida
 E sob medida  Pros carinhos seus [...]

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p>que tende ao infinito&#8230;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><img class="size-full wp-image-823 " title="espiral" src="http://desanuviar.freehostia.com/wp-content/uploads/2009/11/espiral.jpg" alt=" e morre quando você decide abrir aquela porta" width="510" height="382" /><p class="wp-caption-text"> e morre se você  não decidir abrir aquela porta </p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span id="more-820"></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><cite class="shutter" title="Igualzinha a voce eu nao presto"><br />
</cite></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><cite class="shutter" title="Igualzinha a voce eu nao presto">[...] Traiçoeira e vulgar, sou sem nome e sem lar<br />
 Sou aquela [...] Sou bandida,  Sou solta na vida<br />
 E sob medida  Pros carinhos seus [...]</p>
<p></cite></span></p>
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		<title>Não sei o que posso parecer para o mundo,</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 23:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lê.tícia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[para mim mesmo, porém, parece ter sido somente como um menino que brinca à beira do mar, tendo me distraído me encontrar vez por outra um seixo mais liso ou mais bonito que o comum, enquanto o imenso oceano da verdade se estende à minha frente, inteiramente desconhecido.
atribuem a Isaac Newton
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>para mim mesmo, porém, parece ter sido somente como um menino que brinca à beira do mar, tendo me distraído me encontrar vez por outra um seixo mais liso ou mais bonito que o comum, enquanto o imenso oceano da verdade se estende à minha frente, inteiramente desconhecido.</p>
<p>atribuem a Isaac Newton</p>
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